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Mostrando postagens de 2017

Formação docente na cultura digital

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“Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades” (Freire) Anteriormente em cibercidadania discutíamos como as tecnologias influenciam as relações sociais. Dessa forma, vale a pena aprofundarmos a nossa discussão na formação docente e nas práticas de ensino nesse novo contexto da cultura digital, especialmente no que se entende sobre a relação entre formação docente e as práticas escolares, assim como a relação professor-aluno no processo ensino-aprendizagem. A formação docente acontece ao mesmo tempo que refletimos sobre as práticas de ensino na Educação Básica. Como formar docentes para o exercício das práticas de ensino sem pensarmos no lugar de fala dos discentes? É dever do pensar na formação docente criar possibilidades de ensino e oportunidades de acesso ao conhecimento para o aluno, estando atento as práticas escolares conservadoras que estão ultrapassadas, se apresentando muito mais como ato disciplinador do que de aprendizagem formadora cidadã. ...

Democracia versus Cibercidadania

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https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhAs2_xRucLf-7qZXd-Kn0JWb7K6cuhVL29ZFRzuMCNFQxKpgK5JsOkQCOaA08g9TByXiNxY55hyphenhyphenAfnyJc4_be4hpQE3AN1uKTRth2ssdrBCjuoGGFpy_FQZSEK_Rhk7P3wnZ8BcLXvnw/s1600/INCLUS%C3%83O+DIGITAL.bmp A apropriação da tecnologia digital visam garantir sucesso e desenvolvimento social e educacional, gerando a discussão daqueles que fazem usam da tecnologia digital entre aqueles não a utilizam, ou seja, entre incluídos e excluídos. Em um contexto que encontramos a inclusão/exclusão iniciam-se as discussões e políticas públicas para incluir os excluídos, segundo Silveira (2011) a partir de 2003 aconteceram dois fenômenos consideráveis,   O primeiro foi o projeto de política digital no Ministério da Cultura e a proposta de digitalização dos Pontos de Cultura, que era constituídos por movimentos e grupos de artistas e produtos culturais que passaram a receber recursos do governo como apoio às suas atividades. Isso trouxe novos atores...

Atenção: vendemos acesso a rede. Compre a sua “liberdade” de navegar na internet.

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https://obarquinhocultural.files.wordpress.com/2014/03/marco-civil-da-internet.jpg Por que a palavra “liberdade” está entre aspas? Será que realmente somos livres? Realmente temos a liberdade de expressão? Entende-se por liberdade de expressão como um direito individual de manifestar a opinião, ideias, pensamentos de forma livre e sem punição . Gostaria de saber aonde podemos exercer a expressividade de opinião, ideias e pensamentos, sem termos duros olhares sobre nós ou falantes ríspidos a nos apontar. Não sou contra a aceitação de opiniões contrarias ou pretendo formar grupos aliados reproduzindo as mesmas palavras, contudo penso que exista uma forma de se posicionam os falantes da oposição. Somos tolhidos desde que nos entendemos por gente, a maneira como os nossos pais nos educam, são comportamentos que se repetem em todos os espaços familiares, escolares, de trabalho, etc. arrisco até em dizer que é inerente ao ser humano. Reafirmo que não é a oposição, a opinião cont...

Mundo digital e o Ensino

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http://www.agenciawt.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Saiba-Mais-Sobre-Marketing-Digital-2.jpg Pode parecer clichê, mas penso a educação como o caminho para transformar pessoas em cidadãs e, consequentemente, transformar a sociedade mais justa, igualitária, etc. É possível encontrar na educação pensamentos utópicos, ideológicos , além de conceitos, problemas, possíveis sugestões... Em nossa atualidade tecnológica. No espaço da rede, sendo potencialmente acessível nos Países desenvolvidos e problematicamente inacessível nos Países emergentes, temos a chance de encontrar na Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) a possibilidade de desenvolvimento intelectual, social, etc, o que aparentemente são características que se apresentam nas sociedades desenvolvidas, ao menos as reconhecidas assim. Ao mesmo tempo, na nossa realidade, nos deparamos com aqueles que conseguem e não conseguem navegar na rede. Tal dualidade de inclusão ou exclusão digital é discut...

10 Gigas de rede para carregar, senão ficamos para trás

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http://carlaarena.com/wp-content/uploads/2014/05/IMG_0778.jpg A assertiva a respeito do letramento digital se mostra , em sua maioria, positiva. Até por entender que o “letrado digital” está nos vários cenários por onde perpassam as letras, leitura, escrita e tudo o que envolve o mundo da comunicação. É notória a afirmativa que temos ganhos com o letramento digital. Mas somente ganhos? Podemos discutir que também existem algumas perdas. Uma delas está no que se refere a homogeneidade digital.  A homogeneidade digital visa a massificação do uso das tecnologias digitais.  A homogeneidade digital, de um modo geral, visa a massificação do uso das tecnologias digitais. De forma coerente, se coloca como algo comum e expressa igualdade para todos. Em nosso caso, estamos falando de tecnologia digital, mais especificamente de letramento digital.  Tal tema, letramento digital, é muito discutido e tratado nos vários conceitos, Ribeiro (2009) assevera que “os letrame...

O mundo mudou ou fomos nós que mudamos?

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As gerações denominadas X, Y e Z estão entre nós. Mas o que seriam essas gerações? A terminologia geração X surgiu pós Segunda Guerra Mundial, marcado pela Alemanha Nazista e o Holocausto, de modo que após esse período pós Guerra houve um alto índice de natalidade conhecido de “ Baby Boom ”, especialmente nos Estados Unidos, sendo os nascidos entre os anos de 1960 e 1982. Diante de todo esse contexto global passaram a ser vistos como uma geração de “ pessoas jovens, sem identidade aparente , que enfrentariam um mal incerto, sem definição, um futuro hostil” (ARAÚJO, 2017). Então eles sobreviveram a todo o cenário aparentemente irrecuperável e estão entre nós. Em seguida surge a geração Y , os nascidos entre os anos de 1980 e 1992, nascem inseridos no contexto tecnológico e das redes. São filhos dos pais que passaram por transformações do Pós Guerra (citado anteriormente) e que pela circunstância esses pais, agora, tem a chance de oferecer um futuro [aparentemente] ...

O que há por trás da EaD?: os desafios e a validação de se ensinar a distância.

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É muito verdadeiro que a Educação a Distância faz parte de nossa vida desde muito tempo, quando se estudava em cursos por correspondência, através de tele-aulas, tele-vídeos, entre outros. Com o advento tecnológico mediado pelo computador essa forma de ensinar se expandiu e se popularizou no mundo, permanecendo a ideia central de que se realmente era válido ou não a modalidade de ensino a distância e, sobretudo, quais as metodologias adotadas para se ensinar e aprender, sendo uma educação voltada para a massa ou não, nesse contexto mediado pelo computador. Compreendemos que as TICs, a cibercultura, ciberespaço, possuem relação direta e influências constantes nas relações sociais, econômicas, políticas e educacionais. Diante disso surgiram novas formas de ensinar e de aprender, de se relacionar, etc. Filatro (2004) apud Lindem (2010) apresenta na figura abaixo como acontecem as relações entre sociedade, educação e tecnologia, bem como se dão as novas de produzir, armazenar e...

As Tecnologias Assistivas e a Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC)

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http://esmlimpo.blogspot.com.br/2016/05/tic_30.html Ao discutir a Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) na educação e tão logo inseri-lo na valor do compartilhamento e colaboratividade, pareceu-me pertinente também discutir sobre o Projeto Político Pedagógico (PPP), assim como no quanto a prática da TIC e educação estão ligadas ao currículo escolar. No entanto, ficam duas impressões. A primeira é de que a TIC está fora do âmbito escolar, como se estive aquém dos muros da escola, onde transparece uma realidade distante de acontecimento no uso educacional. E a segunda é que essa ausência compromete o ensino, uma vez que a TIC está inserida no espaço escolar, mas por não fazer parte do currículo educacional de forma efetiva para que os professores e os alunos possam aplicar no ensino. Em linhas gerais, significa dizer que a Tecnologia da Informação e Comunicação faz parte da nossa vida tal qual os livros didáticos se fazem presente nas escolas, contudo, não há trato ne...